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Lucas Pinheiro se junta a Atos Jiu-Jitsu após conquistar mais duas medalhas de ouro na temporada

Lucas Pinheiro e sua nova casa: A Atos San Diego. Fotos: Arquivo pessoal

Lucas dos Santos Pinheiro começou no Jiu-Jitsu aos 9 anos de idade em Manaus, no Amazonas. Na academia do Mestre Pina ele treinou da faixa-branca à faixa-roxa. Aos 17 anos ele se mudou para São Paulo à convite de Cícero Costha, mestre dos irmãos Miyao e de Leandro Lo. Após receber a faixa-marrom de Cícero, ele disputou o Mundial, ficando com o vice-campeonato, foi quando recebeu uma oferta para dar aulas nos Estados Unidos na academia Checkmat. Em 2015 ele recebeu a faixa-preta das mãos de Carlos Holanda, o Esquisito. Em 2016, dois dias antes do Pan-Americano, Lucas sofreu um grave acidente de carro que quase colocou um ponto final em sua carreira profissional. Depois de meses de tratamento, ele voltou a competir. Em 2017, o peso-galo, que está radicado em Dallas, no Texas, foi vice-campeão Pan-Americano e conquistou o bronze no Mundial de Jiu-Jitsu.

E agora o faixa preta está de casa nova. Lucas é o novo reforço da equipe Atos Jiu-Jitsu, liderada pelo multicampeão mundial André Galvão. O acerto foi feito logo após o peso-galo conquistar mais duas medalhas douradas no último final de semana, quando venceu o San Diego Open e o ACB Jiu-Jitsu. Sobre sua chegada, Lucas afirma:

“Fui muito bem recebido na equipe por todos, tanto pelo atletas quanto pelos professores. Eles não tinham nenhum faixa preta no peso galo, e me disseram que eu seria uma boa adição para o time também. Escolhi a Atos porque queria ser parte de um time grande que me oferecesse o suporte que eu preciso no momento de um treino mais duro, já que a maioria dos meus alunos são pouco graduados e nenhum deles é atleta profissional. E eu sempre fui fã do Rafael Mendes e do André Galvão, então, poder aprender com eles diariamente, é um sonho pra mim.”

Com as conquistas no último final de semana, Lucas já soma sete medalhas de ouro nesta temporada. Apesar do bom momento, o amazonense sabe que no Mundial o nível é mais alto e, por isso, não quer se iludir com os bons resultados que tem obtido nos campeonatos que disputou recentemente.

“Ganhar medalhas de ouro é sempre bom. Mas essas não garantem que também vou ganhar em nenhum outro evento. Muito menos nos eventos maiores como o Mundial. O nível de alguns atletas no mundial é muito maior, o que o torna muito mais difícil de ser vencido. Vou continuar focado e treinando duro para, se Deus quiser, esse ano garantir o título mundial”, avaliou.

O Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, que será realizado em Long Beach, na Califórnia, começa no próximo dia 30 de maio. Lucas já está em San Diego e terá mais 15 dias pela frente para fazer a sua preparação para o torneio mais importante da temporada e buscar o tão sonhado título mundial.

“Vou ficar aqui em San Diego até o Mundial. Alguns dias antes vamos todos juntos para Los Angeles. A Atos é super organizada em tudo. Os treinos de competição são muito puxados, e a equipe ainda tem um preparador físico que alinha todos os treinos com os professores do time para chegarmos bem condicionado no campeonato. Tem sido porrada o dia todo (risos)”, encerrou.

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