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Igor Paiva destaca aprendizado como árbitro de Jiu-Jitsu: “Me ajudou a entender cada detalhe da regra”

Além de competir em diversos torneios, Igor Paiva também acumula a função como árbitro na arte suave

Igor Paiva não sabe o que é estar longe dos tatames, seja de kimono ou arbitrando, a arte suave já faz parte do DNA do atleta de 28 anos. Lutador da Soul Fighters, uma das mais respeitadas equipes de Jiu-Jitsu do EUA e do mundo, Igor ainda divide o seu tempo como professor na Academia Soul Fighters, além de arbitrar diversos torneios da modalidade.

– Ser árbitro me ajudou a entender a fundo cada detalhe da regra, onde mesmo sendo competidor durante anos eu ainda não dominava, e obviamente, quanto mais você sabe a regra melhor você estará preparado para desempenhar as estratégias que uma luta de alto rendimento exige.

Faixa-preta na arte suave, Igor Paiva ministra aulas na Soul Fighters desde conquistou a faixa-marrom. Formado em administração, o atleta vem dedicado a sua vida quase que integralmente ao esporte desde decidiu seguir carreira e viver apenas do esporte. Árbitro de forma cada vez mais recorrente, Igor Paiva destaca o evolução que tem adquirido nessa atividade:

– A função de árbitro é difícil, estamos ali para avaliar a luta e julgar cada movimento de forma completamente imparcial. Assim como competir ser árbitro é algo que requer tempo e experiência para obter a excelência. Venho arbitrando com frequência desde que peguei a minha faixa-preta e consigo ver uma grande evolução minha desde que comecei na arbitragem. Já pude arbitrar Campeonatos Nacionais nos EUA e vários Opens da IBJJF, inclusive arbitrando finais de faixa preta e com atletas de alto rendimento. Tenho muito orgulho disso, pois como árbitro posso contribuir também de outra forma para o desenvolvimento do esporte.

Chegar ao topo do pódio é apenas o último degrau para um atleta que por anos lutou por um lugar ao sol, e desde novo é apaixonado pelo esporte. Atualmente nos EUA, Igor falou sobre as dificuldades que enfrentou por ser atleta, e o que tirou de lição praticando o Jiu-Jitsu:

– Ser um atleta de alto rendimento é ser forjado em ferro e fogo. Aprendemos a lidar com pressões de resultado, lidar com um nível de frustração acima da média e sistematicamente estar expandindo seus limites físicos e mentais. Isso me fez ser quem sou hoje, me trouxe foco, determinação, saber lidar com vitórias e derrotas e sempre buscar a maior excelência naquilo que faço. Me ensinou a ousar, acreditar e querer sempre a maior vitória, a maior meta. Sempre mantendo a humildade e a cabeça aberta para aprender e melhorar – finalizou Igor Paiva.

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