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Horlando Monteiro conta como conquistou três medalhas de ouro no Atlanta Open da IBJJF

O meio-pesado Horlando Monteiro, 22 anos, foi o destaque máximo do Atlanta Open da IBJJF, encerrado no último fim de semana, em Atlanta. Horlando brilhou na sua categoria e no absoluto, ao vencer o perigoso Gianni Grippo, durante o torneio de kimono. O jovem também foi campeão na competição sem kimono.

Antes de disputar o absoluto, aberto para todos os pesos, o faixa-preta da Nova União finalizou duas vezes no armlock, para ficar com o ouro na categoria.

“Gostei muito do meu desempenho e consegui finalizar algumas lutas rápido. Venho treinando bastantes finalizações nos meus treinos. Eu pude desenvolver meu jogo em pé, pois venho treinando wrestling com meu professor Jair Lourenço junto com o pessoal da Power MMA, e todos de lá são muito bons wrestlers”, analisa Horlando.

A final do absoluto prometia. Horlando foi estratégico o tempo todo no duelo. Primeiro, puxou junto e subiu para ganhar uma vantagem. Depois, tentou uma chave de pé, e ganhou outra vantagem. Perto do fim, protegeu bem as costas e alguns giros do americano Grippo. A luta terminou empatada e a vitória veio através da decisão dos árbitros.

“O Gianni é um grande atleta, sempre o vi lutar e aprendi muito assistindo ele. Foi uma luta bem estratégica, porém sempre fiquei na frente do placar em uma luta com várias vantagens para ambos os lados. Fiquei tentando anular o gancho dele da De La Riva e tentei antecipar os giros dele, mas ele tem um Jiu-Jitsu de alto nível. Ganhar peso e absoluto em um campeonato é muito bom, isso me deixa feliz. Meus esforçam estão valendo a pena e agradeço a todo mundo que está ao meu redor e me ajuda bastante”, comenta.

Horlando também disputou o Atlanta Open Sem Kimono e foi campeão na categoria peso pesado, ao vencer Joshua Lee Bowlin (Gracie Barra) na final.

“No sem kimono, fiz duas lutas e as duas consegui usar bem meu wrestling junto com o Jiu-Jitsu. Mantive as posições, ataquei na hora certa, e também soube defender as posições. Saí da minha zona de conforto, porque eu não luto sem kimono. Foi uma experiência incrível”, encerra o campeão.

(Assessoria de Imprensa)

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