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Bola de Cristal #10 – UFC 200

Quem diria que um dia veríamos o evento que começou com um magrelinho de Kimono contrariando o senso comum (já que o vale-tudo ainda não era lá muito conhecido e a tendência seria sempre apostar no cara maior e mais forte) finalizando geral, chegaria tão grandiosamente a essa marca importante. Desde aquele evento no Colorado muita água correu por baixo da ponte, o jiu-jítsu provou sua eficiência, o cross-training passou a ser fundamental, o esporte virou o MMA como conhecemos hoje, o evento mudou de mãos, cresceu, e hoje é estabelecido com milhões de fãs mundo afora.

Antes de falar das lutas desse card histórico vamos fazer um pequeno exercício metafórico. Imagine você, leitor, que nos últimos meses você passou cortejando aquela mulher dos sonhos, linda, simpática e com diversas qualidades que te atraem. Daí depois de um tempo a mulher cede e aceita sair com você, então você pensa no melhor programa, reserva um bom restaurante, compra uma camisa nova, um bom perfume, pensa em todos os detalhes para nada dar errado e na véspera de acontecer você é acometido com uma cólica renal, fica de cama gemendo de dor e vai parar no hospital tendo que cancelar tudo sem saber quando vai ter a oportunidade de colocar tudo em prática. Todo esse exercício foi feito para tentar imaginar o tamanho da frustração que pode ter acometido os fãs ao saber que Jon Jones foi retirado do card 3 dias antes da luta principal de um dos maiores cards de todos os tempos por potencial violação anti-doping. O Talento indiscutível que Jones tem dentro de um octagon parece ser diretamente proporcional ao talento para se envolver em confusões fora dele. Uma fight week que tem tudo para ser espetacular agora fica dominada por notícias de doping, possível suspensão e reflexões sobre a carreira de Jones. Mas vamos deixar isso temporariamente de lado e discutir o restante do card que tem tudo para ser excelente. As lutas selecionadas para os dias 7 e 8 vocês podem ver aqui e abaixo esqueceremos um pouco de toda a confusão e debateremos o card, que embora sem a cereja do bolo, ainda tem muitas lutas boas e a porrada vai comer. Vejamos o que nossos colunistas absorveram dos ensinamentos da nossa Bola de Cristal.

Brock Lesnar x Mark Hunt

André “Bicudo” Barbosa – A volta do Gorila Albino! Há muito tempo esperava por isso e mal posso me aguentar de ansiedade por essa luta. Pena que o retorno da Besta Encarnada vai ser contra outro dos meus lutadores favoritos, o Gordinho Samoano mais bruto do Universo. Mas Lesnar é Lesnar e não tem como ir contra tamanha brutalidade. Infelizmente, quis o destino que o Hunt adentrasse as fronteiras da Suplex City, e uma vez ali dentro, amigo, não tem como sair ileso. Prevejo sangue, prevejo maldade e prevejo xingamentos para a platéia. Prevejo uma vitória brutal de Brock Lesnar por TKO no primeiro round.

Fernando Justino – Não tem mistério pra essa luta. Não existe outra forma do Lesnar vencer essa luta que não seja lutando da mesma forma que lutou contra Heath Herring, por exemplo. E eu não consigo vê-lo fazendo isso. Veremos um primeiro round mais ou menos como foi o primeiro contra Shane Carwin. A (grande) diferença é que Hunt vai acabar com a luta. Mark Hunt vence por TKO no 1R

Luiz Guilherme Mourão – No aguardado retorno de Brock Lesnar ao UFC, ele encara uma parada duríssima que é o experiente Mark Hunt. Não pense que Lesnar decidiu voltar ao UFC no mês passado, pelo contrário, aposto que ele já vinha se preparando e se testando pelo menos desde o início do ano. Se não sentir o tempo ausente do UFC, o que não acho que vai acontecer por que sendo coreografado ou não, o WWF requer boa preparação física, o gigante albino deve derrubar Hunt e o amassar por 3 rounds, tendo a chance ainda de encontrar uma finalização. Hunt é perigoso contra qualquer lutador pelo seu absurdo poder de nocaute, mas não deverá ser páreo para o ex-campeão. Vitória de Brock Lesnar por decisão em sua volta ao UFC.

Miesha Tate x Amanda Nunes

André “Bicudo” Barbosa – Uma luta muito complicada de apostar. Sabemos que a Amanda pode nocautear ou finalizar qualquer lutadora no início dos combates. Também sabemos que ela não consegue manter esse mesmo nível de agressividade e contundência a partir do segundo round. E a dúvida aqui é essa: será que Amanda consegue derrubar Tate no primeiro round? Eu creio que não. O bom queixo e a alta resistência física é um dos pontos fortes da campeã e por isso vou ficar com Miesha Tate vencendo por finalização no quarto round.

Fernando Justino – Eu confesso que nas últimas três lutas da Cupcake, eu apostei contra ela em todas, e obviamente, quebrei a cara. Talvez eu quebre a cara novamente, mas estou botando fé na Amanda. Sabemos que o preparo físico da brasileira é o seu maior ponto fraco, mas eu estou acreditando que a Miesha não aguentará aqueles dois primeiros rounds onde a Amanda vem com tudo. Correndo o risco de chupar mais uma manga, eu digo que Amanda Nunes vence por TKO no 2R.

Luiz Guilherme Mourão – Em sua primeira defesa de cinturão, Miesha Tate encara a duríssima Amanda Nunes. Apesar de reconhecer que Amanda tem as chaves da vitória aqui, devido a sua agressividade, precisão, excelente jiu jitsu e poder de nocaute, tem um fato que faz a luta casar a afeição da bela Miesha Tate, o cardio. Em todas as lutas de Amanda no UFC, que sempre foram de 3 rounds, a brasileira nunca conseguiu manter o ritmo alucinante do primeiro round nos outros. E se a brasileira conseguir fazer um jogo mais conservador, poupando seu cardio, será que não perderia sua grande chave para vitória? De outro lado temos a completa Miesha Tate, que ao contrário da brasileira possui um excelente preparo físico, e sempre costuma crescer na parte final das lutas. Em uma luta de 5 rounds, a aposta é que a brasileira começará melhor, podendo ganhar 1 ou 2 rounds, e quando o gás acabar será amplamente dominada pela campeã. Vitória de Miesha Tate por decisão

José Aldo x Frankie Edgar

André “Bicudo” Barbosa – Uma grande luta e de previsão bem complicada. Atualmente, eu vejo o Edgar em um momento que talvez seja o melhor de sua carreira e um Aldo que me passa a sensação de ter se perdido no meio de tantas confusões na luta contra o McGregor e me parece que ainda não conseguiu retomar o foco. Hoje eu vejo o Edgar com jogo e confiança suficiente para bater o Aldo e por isso vou ficar com a vitória de Frankie Edgar por decisão unânime.

Fernando Justino – Algumas pessoas tem comentado sobre a quase obsessão do Aldo em relação ao McGregor, e não deixa de ser uma verdade. As vezes parece que ele tá mais focado no irlandês do que em Edgar, que é o seu próximo adversário. Apesar de concordar com isso, eu não acredito que o fator psicológico será o diferencial nessa luta. Eu acredito apenas que o momento do Edgar é melhor. Cinco vitórias seguidas, e sobre cinco nomes de peso. E todas foram vitórias dominantes. O mesmo Chad Mendes, que deu um trabalho danado para o brasileiro no segundo combate entre os dois, é o mesmo que foi rapidamente nocauteado por Edgar no primeiro round. Logicamente que MMA não é uma matemática, mas é só um exemplo de como Edgar está na melhor fase da carreira. Expectativa grande por essa luta. Vou seguir minha intuição, e vou apostar no americano. Frankie Edgar vence por decisão dos jurados

Luiz Guilherme Mourão – O Brasileiro José Aldo retorna ao UFC após sua derrota para o irlandês Connor McGregor em 13 s. Minha maior dúvida sobre o brasileiro é com relação ao seu psicológico. A impressão que tenho (espero estar enganado) é que o brasileiro não digeriu bem a derrota. Essa opinião se justifica por causa de suas recentes entrevistas, como por exemplo a que tentou menosprezar o feito do irlandês no qual o classificou como “golpe de sorte” e de afirmar que não viu evolução nenhuma do Frankie Edgar desde a última luta dos dois. De outro lado temos um Frankie Edgar faminto por mais uma grande vitória ainda mais se tratando de uma revanche. Vejo o americano favorito nesta luta, que irá apresentar maior velocidade que o brasileiro fugindo dos chutes baixos, irá vir com jogo afiado de boxe e irá nocautear o brasileiro na parte final da luta. Vitória de Frankie Edgar por nocaute no 4º round.

Cain Velasquez x Travis Browne

André “Bicudo” Barbosa – Eu gosto muito do estilo do Browne, um cara agressivo e com uma trocação de dar medo. Seus golpes são tão contundentes que podem demolir qualquer um. Só que contra o Velasquez sua única chance é acertar um desses golpes e liquidar a fatura, o que pode acontecer, mas é bem improvável. Fico com uma vitória do Cain Velasquez por KO no terceiro round.

Fernando Justino – Difícil saber qual Cain Velasquez iremos ver nesse combate. Primeiro de tudo, difícil saber se até o dia do evento ele não sofrerá nenhuma lesão. Nunca se sabe né… Mas brincadeiras à parte, eu acredito que veremos um Velasquez perto daquele que surrou Antonio Pezão no primeiro combate entre os dois. Nocaute técnico no GnP para o ex-campeão. Cain Velasquez vence por TKO no segundo round

Luiz Guilherme Mourão – O ex-campeão Cain Velasquez retorna ao UFC após 1 ano de sua derrota para Werdum, contra  Travis Browne que não apresenta boas atuações a tempos, e inclusive vem de uma vitória muito controversa sobre Mitrione (lembram das dedadas nos olhos?). Acredito que nessa luta Cain não terá dificuldade, irá escolher como a luta vai transcorrer e terá uma volta triunfante que irá levar para mais uma disputa de cinturão (isso se não tiver mais lesões no meio). Vitória de Cain Velasquez por nocaute no segundo round

Cat Zingano x Julianna Peña

André “Bicudo” Barbosa – Na minha opinião, Cat Zingano é uma das maiores lutadoras da atualidade. Com um jogo muito completo aliado a um poder de nocaute absurdo e muito vigor físico, Zingano tem todas as armas para vencer a limitada Julianna Peña. O jogo pra Peña é botar pra baixo e usar seu bom ground and pound e como a Cat tem uma defesa de quedas absurda e, quando por baixo, uma guarda bem agressiva, não vejo grandes possibilidades para a Megera Venezuelana. Vou de Zingano por KO ainda no 1º round

Fernando Justino – Zingano é conhecida por começar as lutas de forma mais lenta, a famosa “slow starter”. Peña é justamente o contrário. As vezes até exagera na dose. Esse fator somado ao tempo parado da Zingano me faz acreditar mais na bela Venezuelan Vixen. Eu vou contra a maré, e digo que Julianna Peña vence por decisão dos jurados

Luiz Guilherme Mourão – A dura Cat Zingano retorna ao UFC, depois de ficar fora por 1 ano e meio, contra a talentosa Julianna Peña. Juliana foi campeã de TUF e vem de 3 vitórias no UFC em meio a uma série lesão no joelho. Em sua última luta, ela convenceu com uma boa e dominante atuação diante de Jessica Eye. De outro lado Cat Zingano volta depois de sua derrota de 14 s para a ex-campeã Ronda Rousey. Cat Zingano é favorita por ser uma lutadora mais completa e experiente. Julianna apesar de muito talentosa, ainda apresenta falhas em seu jogo que podem ser um prato cheio para uma lutadora experiente e talentosa como Zingano. Minha única dúvida nessa luta é a forma que Zingano irá se apresentar, já que as últimas fotos vistas nas redes sociais mostraram-na com físico bem ruim em off e tendo assim que perder bastante peso em pouco tempo. Mas fico com a experiência, e aposto numa vitória de Zingano por nocaute no segundo round

Johny Hendricks x Kelvin Gastelum

André “Bicudo” Barbosa – Eu considero o Gastelum um cara superestimado e acho que a tendência é que ele se complique contra o um dos Barbudos mais brutos do MMA. Só por essa barba já temos que dar o favoritismo ao Hendricks e não espero nada menos que um nocaute brutal. Me deixando levar pelo haterismo, fico com Hendricks por KO no 2º round.

Fernando Justino – Não é uma regra, mas um combate entre dois wrestlers quase sempre tem dois cenários. Os dois farão uma luta chata amarrada, ou então farão basicamente uma luta de boxe. Nos dois cenários, eu vejo vantagem para o barbudo Hendricks. Acredito numa luta equilibrada, mas com vitória do ex-campeão. Johny Hendricks vence por decisão dos jurados

Luiz Guilherme Mourão – O experiente ex-campeão Johny Hendricks, que vem de uma surpreendente derrota para a sensação da categoria Stephen Thompson, pega o promissor Kelvin Gastelum. Uma luta que vejo bem favorável para Hendricks, que possui um wrestling de alto nível (um dos melhores nesse quesito dentro do UFC) e excelente trocação. Gastelum tentará equilibrar o jogo na luta em pé, mas acredito que não estará no nível de Hendricks. Vitória tranquila de Johny Hendricks por decisão.

T.J Dillashaw x Rafael Assunção

André “Bicudo” Barbosa – Lutão! Finalmente Raphael volta ao octógono e já com uma tarefa super ingrata, afinal, pegar o TJ querendo mostrar serviço não é tarefa fácil pra ninguém. Acho que o tempo parado vai atrapalhar o brasileiro que dificilmente vai conseguir impôr o mesmo jogo que o levou a vitória na primeira luta entre os dois. Apesar de acreditar que pode rolar um nocaute, fico com Dillashaw vencendo por decisão unânime.

Fernando Justino – Ótima revanche, que provavelmente definirá o próximo desafiante ao campeão Dominick Cruz. A primeira luta entre os dois aconteceu em 2013, e muita coisa rolou nesse tempo, principalmente para o americano. Dillashaw evoluiu absurdamente, foi campeão fazendo lutas incríveis contra Renan Barão, e não deu facilidade para o atual campeão. Enquanto isso, o brasileiro fez apenas duas lutas e ficou muito tempo parado por causa de seguidas lesões. Esse tempo parado somado à grande evolução do americano me faz acreditar que dessa vez ele vence essa revanche, e vence bem.T.J. Dillashaw vence por decisão dos jurados

Luiz Guilherme Mourão – Nessa revanche da luta realizada em 2013, o ex-campeão TJ Dillashaw procura a recuperação da perda do cinturão e de quebra a revanche para a derrota duvidosa sofrida para o brasileiro. Eu marquei 29-28 na primeira luta para TJ e considero que foi um “garfinho” o resultado oficial. Nessa revanche entre os dois, temos de um lado o rápido TJ que possui uma forte base no wrestling e que apresentou uma evolução absurda na trocação com seu treinador Duane Ludwig, e do outro o completo Raphael que é um lutador que é bom em todos os aspectos do MMA. Se TJ não vier abatido pela derrota, e tiver feito um camp adequado acredito que ele irá vencer a luta com sua eficiente trocação e sua boa defesa de quedas. Resta ao Brasileiro tentar impor um jogo de pressão, alternando com clinch e pegada forte durante os 15 minutos. Numa luta morna, a aposta é vitória de TJ Dillashaw por decisão.

Sage Northcutt x Enrique Marin

André “Bicudo” Barbosa – Se tivesse um troféu “Luta Bosta do Evento” com certeza eu daria para esta. Nem vou me alongar, e também nem dá, seria meio que narrar um estupro e no mundo que vivemos hoje isso pode me trazer problemas. Portanto, vamos ao mais óbvio palpite: Sage Northcutt vence por KO no 1º round.

Fernando Justino – Depois da derrota no último combate, o UFC decidiu dar uma carne assada para o garotão, e nada melhor do que um cara saído do TUF Latino Americano para o Sage se recuperar. Não tem muito o que dizer, a tendência é que seja uma passada de carro como foi contra o Trevino. Sage Northcutt vence por TKO no 1R

Luiz Guilherme Mourão – Luta marcada para recuperar Sage e selar a demissão do espanhol. Sage Northcutt tem um excelente background nas artes marciais, mas teve sua carreira prejudicada pela fama imediata após a primeira vitória no UFC. O lutador de 20 anos, se tiver foco e muita dedicação aos treinamentos, pode chegar no topo da categoria, daqui 5 anos por exemplo, pois talento tem de sobra. Mas no momento ele tem que pegar lutadores de qualidade similar à do esforçado Enrique Marin. Expectativa é por uma vitória de Sage, mas que ele não brinque e que tenha ido às aulas de jiu jitsu, pois o espanhol não é bobo na arte suave. Vitória de Sage Northcutt por nocaute no segundo round.

Diego Sanchez x Joe Lauzon

André “Bicudo” Barbosa – Mais uma luta entre dois veteranos que tem muita história no evento. Esses dois já levantaram o público muitas vezes e creio que desta vez farão isso novamente. Pode ficar em cima do muro nessa? Não né Mendes? É camarada, complicado… Vou de Sanchez, meio que no susto. Sanchez vence por decisão unânime.

Fernando Justino – Luta ruim pro Lauzon, pois não o vejo conseguindo levar a luta pra sua especialidade, que é o jiu-jitsu. Acredito que a luta ficará na trocação, e a tendência é que Diego Sanchez leve vantagem. Potencial FOTN, sem dúvida nenhuma, e pra mim Diego Sanchez vence por decisão dos jurados.

Luiz Guilherme Mourão – Mais uma luta de nomes com bastante história no mma nesse estrelar card. Enquanto veremos Diego Sanchez procurar a luta em pé, tentando um nocaute, acredito que iremos ter Joe Lauzon tentando levar a luta para o chão. Acredito que o melhor momento é de Diego, e vejo ele bastante motivado para essa luta. Vitória de Diego Sanchez em mais uma decisão polêmica .

Gegard Mousasi x Thiago Marreta

André “Bicudo” Barbosa – Quando eu penso nessa luta o que mais me chama atenção é que o Mousasi é sim melhor lutador que o Marreta, isso é inegável. Só que o armeno/iraniano/holandês costuma “ramelar” contra atletas muito agressivos e que começam a luta a 200 por hora, e Marreta é um desses atletas. O brasileiro está voando, surpreendentemente ele tornou-se um lutador assustador dentro do UFC. Por esse motivo fico com Marreta por KO no 1º round.

Fernando Justino – Uma das lutas mais interessantes do card. Marreta evoluindo a cada luta, mas terá a luta mais complicada da sua carreira. Acredito que veremos um Mousasi mais estrategista e levando a luta pro chão como fez contra Costas Philippou e Uriah Hall. Convenhamos, Mousasi não é um grande wrestler, então não dá pra botar muita fé que essa estratégia dele vai funcionar. O momento do brasileiro é muito bom, e vou confiar na sua trocação e na sua defesa de quedas. Thiago Marreta vence por TKO no 3º Round

Luiz Guilherme Mourão – Um confronto interessante que deverá impulsionar o vencedor nos rankings da categoria. De um lado temos um lutador experiente, eficiente e pragmático, Mousasi. De outro o brasileiro Thiago Marreta, que evoluiu absurdamente do lutador que participou do TUF Brasil. O caminho da vitória para Mousasi seria aliar seu bom kickboxing com quedas, situação que ele fez em suas últimas lutas. Do lado do Brasileiro, o segredo é defender as tentativas de queda e colocar seu poderosíssimo arsenal de chutes.  Numa luta equilibrada, vou ficar com o brasileiro Thiago Marreta por nocaute bruto no 3º round

Takanori Gomi x Jim Miller

André “Bicudo” Barbosa – Boa luta para iniciar os trabalhos. Os dois estão longe do auge mas ainda atraem os fãs para suas lutas, principalmente os mais saudosistas como este que assina esse palpite. Tenho um problema sério de não conseguir apostar contra o Gomi, e a má fase do Miller potencializa ainda mais isso em minha pessoa. Por isso, sem mais delongas, e sem entender muito o motivo, vou de Takanori Gomi por KO no 1º round.

Fernando Justino – Não é nenhum mistério que ambos lutadores estão vindo na descendente em suas respectivas carreiras. Mesmo vindo de uma luta ruim contra Diego Sanchez, eu acredito que o Miller tem mais armas para vencer a luta. Na verdade, eu acredito que veremos um replay de Lauzon x Gomi. A diferença é a forma como a luta vai terminar. Jim Miller vence por finalização no 1º round

Luiz Guilherme Mourão – Teremos aqui um confronto de estilos entre dois veteranos que não passam por um bom momento e acredito que esse matchup favoreça o americano. Jim Miller por finalização no 2º round

Apêndice Especial Cinturões

Muito vem se falando de uma suposta má fase do MMA brasileiro, principalmente depois das perdas de cinturões dos outrora campeões dominantes José Aldo e Anderson Silva. Bons Argumentos não faltam para defensores de ambos os lados e não é o intuito da coluna aprofundar-se  nesse assunto por ora. Mas vamos nos basear nas opiniões dos nossos colunistas do Bola de Cristal e ver se eles acham que a zica passa, se fica tudo como está ou se tem espaço para ficar ainda pior.

André “Bicudo” Barbosa – Brasil sai da Fight Week sem qualquer cinturão.

Fernando Justino – Brasil sai da Fight Week com 2 cinturões (Rafael dos Anjos e Amanda Nunes)

Luiz Guilherme Mourão – Brasil sai da Fight Week com 1 cinturão (Cláudia Gadelha)

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