Home / Colunas / Femme Fatale – Jiu-Jitsu nas redes sociais

Femme Fatale – Jiu-Jitsu nas redes sociais

É comum nos dias de hoje, atletas de academias e equipes criarem grupos de conversação nas redes sociais. O objetivo é interagir a galera ou até mesmo, facilitar a comunicação entre direção e alunos.

A internet está aí ao alcance de todos, praticamente o tempo todo. Talvez por isso, esses grupos estão cada vez mais populares e passam a englobar admiradores da arte suave de maneira geral.

E foi nessa onda que nasceu o grupo Femme Fatale. A idéia de criar o chat foi da consultora gráfica, Herveney Lima dos Santos, conhecida pelas amigas como “Eva”.

received_524074067730173

Eva , 20 anos, é a criadora do grupo.

“O grupo começou através da vontade de saber sobre a rotina de treinos de mulheres de diferentes equipes, e quando anunciei fiquei surpresa, pois meninas de vários estados do Brasil sentiram interesse de participar”, conta a criadora do grupo, Eva.
10726483_936995832981332_2056078716_n

Anny, acha importante a troca de informações entre as atletas.

Anny Arruda, 31 anos, participa das conversas e além de produtora é faixa branca de Jiu-Jitsu. “Acho importante  a troca de informações entre os atletas. Sempre aprendemos algo novo, ficamos sabendo de campeonatos, além de incentivos para continuar treinando”.

10717829_10203948785657548_152502325_n

Amanda, usa as histórias e dificuldades de cada membro, como motivação.

“A rede social é muito importante para divulgação do Jiu Jitsu feminino, estamos crescendo e buscando nosso espaço. Mesmo não conhecendo todas pessoalmente, fico feliz em fazer parte de um grupo onde há várias Jiu jiteras de todo o Brasil. Na minha academia eu sou a única mulher e é motivacional saber a história e as dificuldades de cada uma”, diz a Educadora Física e faixa branca de Jiu-Jitsu, Amanda da Silva Lima.

PhotoGrid_1408724522604 (1)

Thainá, acredita que a rede social ajuda muito na troca de experiências.

Já Thainá Sanches, 18 anos, faixa roxa e Instrutora de Jiu Jitsu, acredita que ter um grupo em uma rede social, é uma forma de aproximar mais as mulheres que praticam algum tipo de arte marcial “Isso ajuda muito”, revela.

Após 27 usuárias no grupo, Eva decidiu criar uma página no Facebook para aumentar o alcance do grupo, que logo ganhou o nome de Femme Fatale.

Entre os assuntos em pauta, a discussão sobre maneiras de aliviar a tensão antes dos campeonatos com diversos exercícios de respiração orientatos por psicólogos e professores de Yoga.

“O outro caso foi bem mais delicado, mostrou o quanto somos unidas mesmo sem conhecermos umas as outras pessoalmente. Uma das meninas está com sintomas de depressão, e entrou no Jiu-jitsu para tentar ocupar a cabeça e sair dessa barra . Ela fez um desabafo no grupo e todas de alguma forma mandaram mensagens de superação pra ela (escritas e em áudio ) e isso fez com que ela ficasse mais positiva”, conta a administradora do grupo.
Quer conhecer o grupo ?
Acesse a página no Facebook:  http://www.facebook.com/femmefatalefight
Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com