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Victor Hugo comenta boa fase e traça meta para 2019: “Ouro duplo nos maiores campeonatos”

Astro da nova geração do Jiu-Jitsu, o faixa-marrom Victor Hugo, 21 anos, segue em alta nas competições. De janeiro até junho, a jóia da equipe Ribeiro, liderada pelos irmão Xande e Saulo, conquistou o Europeu, Pan e Mundial da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF).

Caçador de medalhas, Victor aproveitou a vinda ao Brasil, enquanto legalizava seu novo visto de atleta, para competir no Grand Slam Rio, realizado pela UAEJJF, na Barra da Tijuca, zona sul do Rio de Janeiro. O jovem mostrou todo seu favoritismo ao vencer a divisão até 110kg, onde derrotou Gabriel Marques (Alliance) pela disputa do ouro.

As recentes conquistas e a boa visibilidade não tiram o foco de Victor, que tem como meta ser um faixa-preta de sucesso um dia.

“Tem sido bem bacana ver meu trabalho cada vez mais sendo reconhecido diante dos resultados que venho tendo. Esse ano foi bem marcante na minha carreira, não só pelas vitórias, mas por varias experiência novas que tive no Jiu-Jitsu, tais como estar lutando contra faixas-pretas mais experientes e poder ministrar seminários em quase todos os cantos do mundo”, diz Victor, antes de analisar a vitória sobre Gabriel na final do Grand Slam.

“Foi uma luta bem travada, pois eu sabia que as melhores posições do meu adversário partiam da guarda fechada. Então, mantive a calma para abrir e quando abri, conquistei a lateral. Foi uma luta bem estudada, mas digna de uma final. Fiquei feliz com meu resultado e desempenho. Sempre busco finalizar todas as lutas, mas como são 6 minutos de luta, acaba sendo uma luta mais estratégica e procuro avançar passo a passo. Foi bom estar lutando no Brasil novamente após um ano e mal posso esperar para estar lutando aqui, de novo. Os planos para 2019 não mudam muito, vou competir os maiores torneios sempre em busca do ouro duplo”, comenta Victor, que treina Jiu-Jitsu há sete anos.

Ser campeão mundial pela IBJJF tem um pressão a mais na hora de lutar? Bom, a seguir, Victor explica, com suas próprias palavras.

“Então, não costumo sentir nenhuma pressão por esse fato e se em algum momento sinto paro e começo a refletir que é uma faca de dois gumes, porque o meu adversário não vai ter trabalho fácil também. Muita das vezes não sinto pressão nenhuma, só me sinto feliz e motivado pra botar em prática o que treinei”, revela Victor.

Victor volta a lutar a partir de janeiro de 2019 e pretende disputar a seletiva do ADCC, no Brasil.

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